Cerrado Jazz Festival

Sex, Sáb e Dom

03, 04, 05 | Ago

Cortejos entre os shows

Capivara Brass Band

Capivara Brass Band

Funk Jazz Soul

A Capivara Brass Band fará cortejos nos 3 dias do festival. Uma banda das ruas para o mundo que toca Funk Music, Soul, Música Afro-Brasileira e Jazz. Tudo junto e misturado, com uma explosão sonora feita na rua ocupando espaços, conectando músicas e pessoas. O grupo é composto por Son Andrade (Bateria), Bruno Portela (Trombone), Pedro Paulo (Sax Auto), João Joshua (Sax Tenor), Fernando Junior (Tuba) e Higor Vinicius (Trompete).

Sexta

03 | Ago

20h30 às 21h30

Funqquestra

Funqquestra

FunkJazzBlack

Funqquestra é o encontro de diferentes influências em unidade. É engrenagem de ritmos que traz a música instrumental perto do público. É a diversão do funk, o improviso do jazz e a originalidade brasileira com a potência de uma orquestra de formação incomum: 2 baterias – tocando juntas! – que se somam aos sons da guitarra, baixo, sintetizadores e metais.

Criado em 2012 pelo baterista Bruno Gafanhoto, o grupo teve início atípico: enquanto o músico cursava Mestrado em Jazz Perfomance nos EUA, compunha as músicas e enviava para o restante da banda no Brasil. O tempo de “namoro à distância” foi crucial para maturar o som para a guinada dos próximos anos: a banda tocou em importantes palcos pelo Brasil, fez turnê em 3 estados Americanos, tocou em rádios na Alemanha e dividiu o palco com ícones como Sandra de Sá, Carlos Malta, Nicolas Krassik e Gabriel Grossi.

Armadas no centro do palco, as baterias dão presença física e cênica para aquilo que funciona como o coração da Funqquestra [...] e comprova a versatilidade e o apelo popular de seus temas instrumentais (Bernardo Scartezini - Metrópoles)

Com um time de músicos de primeira, o coletivo instrumental tem base dividida entre Brasília-RJ-SP – no palco são sempre 8 integrantes, mas a equipe completa alcança quase 20 artistas que se alternam entre as apresentações – e a juventude da formação evidencia uma das principais características da banda: um show divertido, interativo e, acima de tudo, musical. A Funqquestra foge do clichê de superficializar a performance e acha o equilíbrio perfeito entre a complexidade e a interação com o público com um show feito tanto para os amantes da música instrumental como para quem não costuma ouvir o gênero.

Em ascensão no cenário brasileiro, a banda tem números expressivos: mais de 55 mil views no Youtube, 150 mil views no Facebook, 50 mil listens no Spotify e tocou para cerca de 25 mil pessoas nos últimos 2 anos. O 1º CD, lançado em Novembro de 2015, recebeu menção honrosa na análise de melhores discos do ano pelo respeitado blog O Embrulhador e o ano de 2018 promete vôos altos: o 2º CD, gravado Ao Vivo em comemoração aos 5 anos de banda, será lançado no 1º semestre e a banda prepara 2 formatos para turnê pelo Brasil:

Show “Venturo – Funqquestra 5 Anos”: Show no formato do CD Ao Vivo de mesmo nome, a ser lançado em 2018. Focado na produção autoral da banda, com inserção de algumas versões originais de clássicos mundiais.

Show “Baile Desbocado”: Show no formato da festa promovida pela banda tradicionalmente em Brasília desde 2016. Altamente dançante, focado em versões originais de clássicos mundiais como Djavan, Michael Jackson, Tim Maia e Bruno Mars, com inserções da produção autoral mais popular do grupo.

A Funqquestra mistura para desenvolver um ritmo que explora as potencialidades sonoras dos instrumentos e aproxima os conceitos de diversão e de orquestra, como o próprio nome da banda indica (Irlam Rocha Lima - Correio Braziliense)

Autêntica, a Funqquestra combina Funk, Jazz, Pop e Música Brasileira sem perder a ousadia. Swinga durante um solo sem perder o público de vista. Combina no mesmo pote as influências de Black Rio, Snarky Puppy e Bruno Mars e mostra que a música instrumental é popular e divertida!

Sexta

03 | Ago

22h00 às 23h00

Áurea Martins

Áurea Martins

VozBrasilContemporâneo

Áurea Martins iniciou a carreira na Rádio Nacional. Gravou seu primeiro disco (LP) como prêmio pelo primeiro lugar no programa A Grande Chance, de Flávio Cavalcanti, em 1969 na extinta TV TUPI. Canta na noite carioca há quatro décadas e era uma das intérpretes preferidas de Elizeth Cardoso.

Numa extensa carreira como cantora da noite, tem 4 Cds lançados, dois Lps e um DVD, além das participações em Cds de vários artistas da MPB. É considerada por nobres nomes da música como uma das grandes cantoras da MPB.

Lançou seu primeiro DVD e CD (áudio do DVD), em julho de 2012 pela gravadora Biscoito Fino em parceria com o Canal Brasil e a produtora OLHAR Brasileiro. O DVD Iluminante tem apresentação de Fernanda Montenegro e participação de Chico Buarque cantando a música Maninha. Idealizado por Hermínio Bello de Carvalho, tem a participação do jovem compositor Vidal Assis, o grupo Terra Trio (Fernando Costa, Zé Maria e Ricardo Costa) e Domingos Teixeira. O repertório do DVD engloba as músicas do CD De pontacabeça com composições de Hermínio Bello em parceria com os autores Moacyr Luz, Sueli Costa, Vidal Assis, Fernando Temporão, Paulo Valdez, Claudio Jorge e Dona Ivone Lara, além do CD Até Sangrar, com músicas de Johnny Alf, Chico Buarque, Francis Hime, Tom Jobim, Vinícius de Moraes e Lupicínio Rodrigues.

Com o CD Até Sangrar (2009), veio o troféu de Melhor Cantora no Prêmio da Música Brasileira de 2009. No ano seguinte, o CD De pontacabeça é lançado. Ambos produzidos por Hermínio Bello de Carvalho, na gravadora Biscoito Fino. Com De pontacabeça, Áurea concorreu, em 2012, ao mesmo prêmio de melhor cantora na categoria MPB, e na sua voz, a faixa Zoeira, também do CD, ao prêmio de melhor música.

Durante o ano de 2013 seguiu fazendo shows do DVD Iluminante. Em 2014 estreou, com a cantora Alaíde Costa, o show Elizethíssima – uma sincera homenagem a Elizeth Cardoso, idealizado por Hermínio Bello de Carvalho em 2015, que aconteceu na Caixa Cultural, em Curitiba, onde também participou do projeto Jovens Velhos Contemporâneos em 2016, com participação de Wilson das Neves e Noca da Portela.

Continua apresentando seus shows, já tendo participado como convidada especial em projetos do grupo Casuarina, das cantoras Teresa Cristina e Fabiana Cozza, Gonzaga Leal, Renato Braz e Dona Ivone Lara, entre outros.

Em dezembro de 2017, a pesquisadora Lucia Neves lançou a biografia Áurea, a visibilidade invisível, pela editora Folhas Secas.

Sexta

03 | Ago

23h30 às 00h30

Irving Acao

Irving Acao

LatinJazzContemporâneo

O saxofonista cubano Irving Acao teve a formação assegurada pelo grande maestro cubano Roberto Benitez, professor de escola saxofone clássico Joseph White em Camagüey-Cuba, onde criou seu primeiro quinteto de saxofones. Influenciado por grandes figuras do jazz e outros estilos musicais, como John Coltrane, Charlie Parker, MacCoy Tyner, Ivan Lins, César Portillo de la Luz, Emiliano Salvador começa a experimentar o prazer pela improvisação.

Em 2002, Irving estabeleceu-se na França onde encontrou seu lugar em várias formações e projetos. Através de sua experiência musical e raízes afro-cubanas toca diferentes estilos, desde música africana, jazz latino, fusion, pop e rap à música brasileira. Irving ama estilos variados e se adapta facilmente.

Já trabalhou com artistas como Lisa Simone, Stéphane Velmondo, Alain Jean Marie, Jimmy Cliff, Tony Allen, Ray Lema, Orishas, ​​David Liebman, Nicolas Folmer, Sylvain Gontard, Jean my Truong, Noussa Harold López, Leonardo Montana, Felipe Cabrera, Liukmil Perez, Mario Canonge, Yonathan Avishai, David Murray, Andy Narrell e Orlando Poleo, entre outros.

Sexta

03 | Ago

01h00 às 02h00

Spok Quinteto

Spok Quinteto

FrevoBrasilContemporâneo

O Maestro pernambucano Spok junta-se aos instrumentistas Adelson Silva, Renato Bandeira, Beto Hortis e Hélio Silva. No repertório o universo das manifestações pernambucanas como Frevos (de Rua, canção e bloco), Baiões, Caboclinhos e Cirandas, entre outros, com uma roupagem onde a liberdade dos músicos também se faz bastante presente.

Inaldo Cavalcante de Albuquerque, mais conhecido como Spok, é Brasileiro, nascido em Igarassú (PE). Começou a trajetória na música aos 13 anos, na Escola Polivalente de Abreu e Lima com professor Policarpo Lyra Filho (Maninho). Em 1986 veio para o Recife estudar no Centro Profissionalizante de Criatividade Musical do Recife, onde estudou com professor e maestro Edson Rodrigues. Neste ano, pela décima vez consecutiva, comandou a apoteose de encerramento oficial do carnaval da cidade do Recife com o Orquestrão Multicultural com aproximadamente 200 músicos e participações de outros 10 renomados maestros do frevo.

Músico saxofonista e Arranjador da Banda Sinfônica do Recife. Um dos fundadores e diretor musical da SpokFrevo Orquestra. Membro da Academia Pernambucana de Música, na cadeira de Nelson Ferreira. Medalha do Mérito Cultural Leão do Norte Classe Ouro. Co produtor e protagonista do filme documentário Sete Corações, que conta um pouco sobre a vida de sete mestres vivos do frevo, são eles: Maestros José Menezes, Guedes Peixoto, Nunes, Clóvis Pereira, Duda, Edson Rodrigues e Ademir Araújo. Atualmente o longa está em fase de edição. Co produtor e protagonista do filme documentário O Orquestrão, que mostra como surge a Orquestra que é formada por aproximadamente 200 músicos e que encerra oficialmente o carnaval da cidade do recife, gravado no carnaval de 2015. Foi o homenageado do Carnaval da cidade do recife 2015. Em 2016 fundou o Instituto Passo de Anjo, entidade beneficente voltada para o ensino das artes pernambucanas para crianças carentes de Abreu e Lima, sua cidade natal. Co produtor e protagonista do filme documentário Do Frevo ao Jazz, que mostra a ida do frevo com a SpokFrevo Orquestra numa turnê pelos Estados Unidos e a vinda do Jazz com Wynton Marsalis e a Jazz at Lincoln Center Orchestra para o Recife, terra do frevo. O Longa será lançado em 2018. Como músico e diretor musical já atuou junto a artistas como Alceu Valença, Antônio Nóbrega, Sivuca, Elba Ramalho, Fagner, Gal Costa, Geraldo Azevedo, Edu Lobo, Moraes Moreira, Ney Matogrosso, Roberta Sá, Wanessa da Mata, dentre outros.

Sábado

04 | Ago

20h30 às 21h30

Mesa pra Três Jazz

Mesa pra Três Jazz

JazzContemporâneoTrio

Formado a partir da identidade musical comum entre três talentosos músicos, o trio Mesa pra Tês destaca-se na cena instrumental de Brasília pelo virtuosismo e criatividade que já foram notados em vários espaços onde a boa música ainda consegue se fazer presente.

O trio tem movimentado a cena artística da cidade promovendo eventos em que são convidados cantores e instrumentistas para homenagens a grandes ícones, além de participar como convidados de shows de outros artistas. A elegância e o arrojo formam o clima que permeia o repertório do trio. São ares de “Jobins”, “Buarques”, “Hermetos”, “Sivucas” e “Djavans” que se encontram com os ventos do jazz vindos de Cole Porter, Miles Davis, Oscar Peterson e outros.

Essas boas nuvens se misturam gerando um trabalho maduro, moderno e de extremo bom gosto.

Flávio Silva - Piano
Daniel Castro - Contrabaixo
Pedro Almeida - Bateria

Sábado

04 | Ago

22h00 às 23h00

Amaro Freitas

Amaro Freitas

AfrojazzBrasilTrio

Minimalismo, Bebop, Afrojazz, Samba, Frevo e Balada. Estas são algumas das sonoridades que permeiam Sangue Negro, disco de estreia do pianista pernambucano Amaro Freitas. O trio apresenta ao público oito canções autorais, cinco que compõem o CD, também disponível para o público em todas as plataformas digitais, além de três inéditas.

Além de obter elogiosas críticas da mídia, o Amaro Freitas Trio foi vencedor do Prêmio MIMO Instrumental de 2016 e Sangue Negro figurou entre os principais lançamentos de jazz do ano. No show, ele é acompanhado pelo baixista Jean Elton e pelo baterista Hugo Medeiros, também seus parceiros na gravação. As músicas, sete delas compostas por Amaro e uma por Medeiros, apresentam aos ouvintes uma reconstrução do jazz com sotaques de frevo, samba e música afro.

Amaro Freitas - Nascido em 1991, o recifense Amaro Freitas é graduado em Produção Fonográfica e trilha carreira como pianista, tecladista, compositor, arranjador e diretor musical. Através da música instrumental, ocupou espaços como Teatro BNDES, Conservatório Pernambucano de Música, Paço do Frevo e Festival MIMO 2016.

Atualmente executa a turnê de lançamento e divulgação do CD físico da obra Sangue Negro, que tem conquistado elogiosas críticas na mídia pernambucana e nacional em veículos como Diário do Nordeste (CE), Zero Hora (RS), Correio Braziliense e do crítico Antônio Carlos Miguel, do Jornal O Globo. Nesta primeira etapa da turnê, o trio já se apresentou no Teatro Carlos Câmara, em Fortaleza, no Parque Das Dunas, em Natal e no Jurerê Jazz Festival, em Santa Catarina.

Sábado

04 | Ago

23h30 às 00h30

Duo + Dois convidam Ellen Oléria

Duo + Dois convidam Ellen Oléria

DuoBrasilContemporâneo

O encontro surgiu a partir do desejo de Carlos Malta em compartilhar a sua música com o Duofel, emparelhando seu sopro com as cordas de Fernando Melo e Luiz Bueno, somando linguagens, sotaques e timbres. Robertinho Silva também sempre manifestou a sua vontade de tocar com o duo. Do sonho, realidade. O duo que imaginava subir ao palco com uma formação como essa, concretizou os desejos no show Duo + Dois.

A convidada para uma participação especial é a cantora Ellen Oléria, dona de uma das vozes mais impressionantes de nossa música. Com uma presença imponente e uma carreira característica e livre, Ellen passeia com naturalidade por diversos ritmos brasileiros em seu mais recente trabalho, Afrofuturista.

O repertório contempla versões de clássicos da música popular brasileira, como Ponteio e Casa Forte (Edu Lobo), Cais (Milton Nascimento), Água de Beber (Tom Jobim e Vinícius de Moraes), Tema de Viola e Roda Gigante (Fernando Melo e Luiz Bueno) e Consolação e Berimbau (Baden Powell), entre outras.

Sábado

04 | Ago

01h00 às 02h00

João Bosco

João Bosco

BrasilContemporâneoJazz

O novo álbum de João Bosco, Mano Que Zuera, está sendo lançado 8 anos depois de Não vou pro céu, mas já vivo no chão, último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012 Bosco havia lançado o projeto João Bosco - 40 anos depois, reunindo sucessos de ser repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato.

Para João Bosco, na verdade, o ineditismo de uma canção está ligado às muitas possibilidades que ela tem de se reinventar. Eu tenho um ponto de vista um pouco diferente das pessoas que acham que música inédita é uma música que ainda não foi gravada. Acho que música inédita é aquela que um músico, um intérprete, um arranjador, transforma em outra coisa. A canção nunca se esgota da primeira vez. Há sempre a possibilidade de você procurar novos limites e eu sempre fiz isso nos meus discos, pontua Bosco. Depois do projeto de 2012, agora vem o disco inédito, Mano Que Zuera, mas não estou há 8 anos sem compor. Sou um autor que vem trabalhando o ineditismo, mas que também busca outras possibilidades, outras cores que as canções podem dar. São canções vigorosas de grandes autores brasileiros que considero fonte limpa onde você bebe, sacia a sua sede, e que nunca seca, finaliza.

A nova safra começou a ser conhecida com o lançamento do single Onde estiver, parceria com Francisco Bosco inspirada no estilo Bob Dylan de contar histórias, do qual ambos são admiradores. Com Francisco, João assina outras 4 inéditas, incluindo a faixa título, Fim, Nenhum futuro e Quantos Rios. Três canções conhecidas ganharam novas versões, uma delas Sinhá, composta com Chico Buarque, gravada no álbum anterior do parceiro de João. Aqui ela aparece em novo arranjo, para o qual Bosco recrutou o violão 7 cordas de Marcello Gonçalves, o bandolim de Luis Barcelos e o violão de Ricardo Silveira. João do Pulo, parceria com Aldir Blanc gravada originalmente há 30 anos no álbum Cabeça de Nego, e uma versão instrumental para Clube da esquina n02 (Milton Nascimento, Lô e Marcio Borges) surgem interligadas, em uma só faixa do álbum. Em gravação de voz e violão, João incluiu no novo álbum a obra-prima Coisa no. 2, do arranjador, compositor e maestro Moacir Santos.

A parceria Bosco/ Blanc está de volta no samba Duro na queda, clássica representante da nobre linhagem da dupla. Pé de vento inaugura colaboração com o compositor Roque Ferreira, que teve Maria Bethânia como madrinha. Foi a cantora quem aproximou João de Roque quando lhe pediu um arranjo para uma canção do baiano. Sem saber que foi Bethânia quem nos aproximou, Roque termina o samba citando Oyá. Como a gente sabe, ela é a menina dos olhos de Oyá, ressalta.

Arnaldo Antunes, com quem João já queria compor há tempos, é o parceiro em Ultra leve, canção solar que propõe um sobrevoo para além dos cartões postais do Rio de Janeiro. A gravação conta com os vocais de Julia Bosco, em um dueto que ganhou um videoclipe.

Ainda celebrando os 70 anos, Bosco lança Mano que zuera em meio à homenagem da Academia Latina da Gravação: no dia 15 de novembro passado, em Las Vegas, ele recebeu o Prêmio à Excelência da Obra, parte importante das celebrações do Grammy Latino 2017.

Domingo

05 | Ago

20h00 às 21h00

Gypsy Jazz Club

Gypsy Jazz Club

JazzManoucheContemporâneo

O Gypsy Jazz Club é um grupo formado pelos músicos brasilienses Victor Angeleas (violão tenor e bandolim de 10 cordas), Pedro Vasconcellos (cavaquinho), Igor Diniz (contrabaixo acústico) e Eduardo Souza (violão manouche). Se caracteriza por mesclar o jazz manouche com a música brasileira, de onde vêm as influências e vivência musical dos integrantes.

O grupo surgiu em 2013 e, no ano passado, lançou um disco com o violinista norte-americano Ted Falcon, mesclando músicas autorais e clássicos mundiais. Após a mudança do violinista para os EUA em 2016, Victor entrou no grupo como solista, trazendo o timbre do violão tenor e do bandolim ao quarteto e fortalecendo a linguagem brasileira característica do grupo. O bandolim e o cavaquinho representam uma novidade no gênero, pois são instrumentos não tradicionalmente utilizados no estilo, de forma a ampliar as possibilidades timbrísticas e estético-musicais. A vivência dos integrantes do grupo com a linguagem do choro moderno de Brasília reflete-se diretamente em suas composições e arranjos. Com novas músicas, o grupo acaba de gravar o seu segundo disco.

No último ano, a banda lançou o CD Ted Falcon e Gypsy Jazz Club no Clube do Choro de Brasília em duas noites de casa cheia (com a antiga e a nova formação unidas). Também se apresentou no Festival Instrumenta Brasília, no mesmo palco de artistas internacionais, para mais de quatro mil pessoas; e no Festival República Blues, abrindo o show do Hermeto Pascoal, no aniversário de Brasília de 2018.

Victor Angeleas - Violão tenor / Bandolim de 10 cordas
Eduardo Souza - Violão manouche
Pedro Vasconcellos - Cavaquinho
Igor Diniz - Contrabaixo acústico

Domingo

05 | Ago

21h30 às 22h30

Bianca Gismonti Trio

Bianca Gismonti Trio

TrioBrasilContemporâneo

Bianca Gismonti nasceu em uma família de músicos. Desde muito jovem, assistia aos shows de seu pai, Egberto Gismonti, ao lado de sua mãe - a atriz Rejane Medeiros - e de seu irmão - o violonista Alexandre Gismonti. Sua casa era repleta de influências musicais e convívio com dezenas de artistas. Aos 9 anos pediu para começar os estudos de piano. Já aos 15, iniciou sua carreira musical acompanhando o seu pai, durante muito anos, em palcos pelo mundo.

Os estudos de piano seguiram na UFRJ e, em 2005, estreou o seu trabalho com o Duo Gisbranco (duo de pianos com Claudia Castelo Branco), que possui três discos e um DVD produzido pelo Canal Brasil, aliado a parcerias junto a músicos como Chico César, Jaques Morelenbaum e Mônica Salmaso.

Em todos esses anos, a composição seguiu como um caminho natural, e, em 2013, lançou seu primeiro álbum autoral, Sonhos de Nascimento (Biscoito Fino), no qual teve a participação de Naná Vasconcelos. Com este disco, realizou turnês internacionais que percorreram Europa, Ásia e América do Sul. Ao final de 2015 foi lançado o seu segundo disco autoral, "Primeiro céu"(Fina Flor), com a formação de Trio ao lado de seu marido (também coprodutor) Julio Falavigna, na bateria, e Antonio Porto, no baixo. Em 2016, o Trio teve este disco lançado pela Quinton Records (Áustria) e Impartment Records (Japão), o estreando durante uma nova turnê pela Europa, África e Ásia. Neste mesmo período, gravou seu terceiro disco, Desvelando mares, em Budapeste, que será lançado na Europa, Japão e Brasil no segundo semestre de 2018.

Ao longo de todos os anos, aliado as suas próprias composições, o repertório de seu pai seguiu fazendo parte de sua alma, estando sempre presente, de alguma forma, em seus shows. Em final de 2017, com a celebração dos 70 anos que seu pai completou em dezembro, Bianca resolveu montar um repertório o homenageando, reunindo muitas composições dele que marcaram a sua história, além de composições próprias em homenagem a ele. Clássicos como Palhaço, Lôro, Água e vinho e Maracatu estarão no repertório do show, bem como do disco, que será gravado em junho deste ano em Budapeste.

Domingo

05 | Ago

23h00 às 00h00

Earl Thomas, Igor Prado e Justgroove

Earl Thomas, Igor Prado e Justgroove

SoulBlackJazz

Uma das vozes mais expressivas da soul music se junta a um dos guitarristas brasileiros mais importantes do momento. O guitarrista paulistano Igor Prado, indicado ao Blues Music Awards em 2016, convida uma das vozes mais expressivas da soul music americana, Earl Thomas. Com vinte anos de carreira e com duas indicações ao Grammy, já participou de projetos ao lado de artistas como Tom Jones, Etta James e Joe Cocker.

No repertório, versões para I would rather go blind, de Etta James, e Give me one reason, de Tracy Chapman em um arranjo totalmente bluesy. Dentre suas composições próprias, canta Soulshine, Just another day in life, I will love you no less e First and last thing on my mind.

Earl Thomas não é nenhum estranho aos os holofotes. Tendo feito sua estreia Europeia na Suíça em 1992 no Montreaux Jazz Festival ele tem impressionado plateias ao redor do mundo e ganhando elogios da indústria musical desde então. Com uma paixão pelo rock dos anos 70 e 80, raízes profundas no southern gospel e blues, e treinado em canto erudito, Earl Thomas construiu um estilo musical único e uma carreira sólida com mais de dez álbuns gravados.

Suas composições já foram interpretadas por verdadeiras lendas da música como Solomon Burke, Screamin Jay Hawkins, e Tom Jones, tendo o artista também provido a Etta James o hit I sing the Blues. Suas performances têm sido descritas como as mais ardentes no blues moderno com o Lithuania Times declarando O blues finalmente encontrou o seu Freddie Mercury!. Com uma poderosa voz Earl Thomas impressiona e cativa ao demonstrar suas habilidades, e é justo observar que sua facilidade tem origem além do seu treinamento em canto erudito.

Nascido no interior do Tennessee, em uma família musical, sua mãe era uma cantora gospel e seu pai um bluesman. Através do convívio ele nutriu um profundo amor pelo gospel e o blues, e a matriz do seu estilo pode ser encontrada no mesmo poço profundo que produziu Muddy Waters, BB King, Ike and Tina Turner e James Brown, entre muitos outros.

Com mais de vinte anos nos palcos, Earl tem se apresentado em todo o tipo de lugar e para as mais variadas plateias – desde noites de microfone aberto e festivais de rock, soul e blues até cada PUB, clube ou bar entre San Diego na Califórnia e a Europa Oriental.

Suas turnês o tem levado à América do Norte, América do Sul, norte, sul e leste da Europa, Oriente Médio e Ásia, tendo suas últimas apresentações ocorrido em Arcata na Califórnia no bar musical Humbrews, e em São Francisco no Biscuits & Blues. Sua próxima apresentação, no Bourbon Street, será uma oportunidade única para apreciar o talento e incrível encanto desse artista.

Earl Thomas - Voz
Igor Prado - Guitarra
Jesiel Oliveira - Guitarra
Rael Lúcio - Contrabaixo
Luciano Leães - Piano / Hammond
André Azevedo - Bateria

Sex, Sáb e Dom

03, 04, 05 | Ago

Cortejos entre os shows

Capivara Brass Band

Capivara Brass Band

Funk Jazz Soul

A Capivara Brass Band fará cortejos nos 3 dias do festival. Uma banda das ruas para o mundo que toca Funk Music, Soul, Música Afro-Brasileira e Jazz. Tudo junto e misturado, com uma explosão sonora feita na rua ocupando espaços, conectando músicas e pessoas. O grupo é composto por Son Andrade (Bateria), Bruno Portela (Trombone), Pedro Paulo (Sax Auto), João Joshua (Sax Tenor), Fernando Junior (Tuba) e Higor Vinicius (Trompete).

Sexta

03 | Ago

20h30 às 21h30

Funqquestra

Funqquestra

FunkJazzBlack

Funqquestra é o encontro de diferentes influências em unidade. É engrenagem de ritmos que traz a música instrumental perto do público. É a diversão do funk, o improviso do jazz e a originalidade brasileira com a potência de uma orquestra de formação incomum: 2 baterias – tocando juntas! – que se somam aos sons da guitarra, baixo, sintetizadores e metais.

Sexta

03 | Ago

22h00 às 23h00

Áurea Martins

Áurea Martins

VozBrasilContemporâneo

Áurea Martins iniciou a carreira na Rádio Nacional. Gravou seu primeiro disco (LP) como prêmio pelo primeiro lugar no programa A Grande Chance, de Flávio Cavalcanti, em 1969 na extinta TV TUPI. Canta na noite carioca há quatro décadas e era uma das intérpretes preferidas de Elizeth Cardoso.

Sexta

03 | Ago

23h30 às 00h30

Irving Acao

Irving Acao

LatinJazzContemporâneo

O saxofonista cubano Irving Acao teve a formação assegurada pelo grande maestro cubano Roberto Benitez, professor de escola saxofone clássico Joseph White em Camagüey-Cuba, onde criou seu primeiro quinteto de saxofones. Influenciado por grandes figuras do jazz e outros estilos musicais, como John Coltrane, Charlie Parker, MacCoy Tyner, Ivan Lins, César Portillo de la Luz, Emiliano Salvador começa a experimentar o prazer pela improvisação.

Sábado

04 | Ago

01h00 às 02h00

Spok Quinteto

Spok Quinteto

FrevoBrasilContemporâneo

O Maestro pernambucano Spok junta-se aos instrumentistas Adelson Silva, Renato Bandeira, Beto Hortis e Hélio Silva. No repertório o universo das manifestações pernambucanas como Frevos (de Rua, canção e bloco), Baiões, Caboclinhos e Cirandas, entre outros, com uma roupagem onde a liberdade dos músicos também se faz bastante presente.

Sábado

04 | Ago

20h30 às 21h30

Mesa pra Três Jazz

Mesa pra Três Jazz

JazzContemporâneoTrio

Formado a partir da identidade musical comum entre três talentosos músicos, o trio Mesa pra Tês destaca-se na cena instrumental de Brasília pelo virtuosismo e criatividade que já foram notados em vários espaços onde a boa música ainda consegue se fazer presente.

Sábado

04 | Ago

22h00 às 23h00

Amaro Freitas

Amaro Freitas

AfrojazzBrasilTrio

Minimalismo, Bebop, Afrojazz, Samba, Frevo e Balada. Estas são algumas das sonoridades que permeiam Sangue Negro, disco de estreia do pianista pernambucano Amaro Freitas. O trio apresenta ao público oito canções autorais, cinco que compõem o CD, também disponível para o público em todas as plataformas digitais, além de três inéditas.

Sábado

04 | Ago

23h30 às 00h30

Duo + Dois convidam Ellen Oléria

Duo + Dois convidam Ellen Oléria

DuoBrasilContemporâneo

O encontro surgiu a partir do desejo de Carlos Malta em compartilhar a sua música com o Duofel, emparelhando seu sopro com as cordas de Fernando Melo e Luiz Bueno, somando linguagens, sotaques e timbres. Robertinho Silva também sempre manifestou a sua vontade de tocar com o duo. Do sonho, realidade. O duo que imaginava subir ao palco com uma formação como essa, concretizou os desejos no show Duo + Dois.

Domingo

05 | Ago

01h00 às 02h00

João Bosco

João Bosco

BrasilContemporâneoJazz

O novo álbum de João Bosco, Mano Que Zuera, está sendo lançado 8 anos depois de Não vou pro céu, mas já vivo no chão, último CD de inéditas do compositor e violonista mineiro. Em 2012 Bosco havia lançado o projeto João Bosco - 40 anos depois, reunindo sucessos de ser repertório e convidados como Chico Buarque, Milton Nascimento e João Donato.

Domingo

05 | Ago

20h00 às 21h00

Gypsy Jazz Club

Gypsy Jazz Club

JazzManoucheContemporâneo

O Gypsy Jazz Club é um grupo formado pelos músicos brasilienses Victor Angeleas (violão tenor e bandolim de 10 cordas), Pedro Vasconcellos (cavaquinho), Igor Diniz (contrabaixo acústico) e Eduardo Souza (violão manouche). Se caracteriza por mesclar o jazz manouche com a música brasileira, de onde vêm as influências e vivência musical dos integrantes.

Domingo

05 | Ago

21h30 às 22h30

Bianca Gismonti Trio

Bianca Gismonti Trio

TrioBrasilContemporâneo

Bianca Gismonti nasceu em uma família de músicos. Desde muito jovem, assistia aos shows de seu pai, Egberto Gismonti, ao lado de sua mãe - a atriz Rejane Medeiros - e de seu irmão - o violonista Alexandre Gismonti. Sua casa era repleta de influências musicais e convívio com dezenas de artistas. Aos 9 anos pediu para começar os estudos de piano. Já aos 15, iniciou sua carreira musical acompanhando o seu pai, durante muito anos, em palcos pelo mundo.

Domingo

05 | Ago

23h00 às 00h00

Earl Thomas, Igor Prado e Justgroove

Earl Thomas, Igor Prado e Justgroove

SoulBlackJazz

Uma das vozes mais expressivas da soul music se junta a um dos guitarristas brasileiros mais importantes do momento. O guitarrista paulistano Igor Prado, indicado ao Blues Music Awards em 2016, convida uma das vozes mais expressivas da soul music americana, Earl Thomas. Com vinte anos de carreira e com duas indicações ao Grammy, já participou de projetos ao lado de artistas como Tom Jones, Etta James e Joe Cocker.